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Trabalho em esgoto exige proteção coletiva e individual

 

No seu dia a dia você já parou para pensar quantas vezes abre o chuveiro e as torneiras de casa e do trabalho? E quantas vezes dá descarga no banheiro? Já imaginou qual o seu consumo de água, da sua família, do seu bairro, da sua cidade e do seu Estado apenas em atividades cotidianas? É água demais, né?! Mas você já pensou para onde vai essa água toda? Pa­ra o esgoto, claro!

Acontece que para o bom funcio­namento das redes coletoras de esgoto é preciso que trabalhadores atuem em atividades como coleta, tratamento, manutenção e limpeza dessa área. Um trabalho que expõe o homem a diversos riscos biológicos decorrentes da exposição a micro-organismos existentes nos resíduos; riscos químicos, como o ­trabalho em espaço confinado; riscos físicos, como o calor; até os riscos ergonômicos, ligados ao esforço e posturas inadequadas durante as tarefas.

A atividade é considerada tão prejudicial que a NR 15 (Atividades e Operações Insalubres) prevê insalubridade em grau máximo para o trabalho ou operações em contato permanente com esgotos, determinando o pagamento de 40% de adicional, o mais alto percentual determinado pela norma. Mas somente o pagamento do adicional não resolve o problema da ex­posição do trabalhador e das doenças às quais ele pode se expor. É preciso tornar esta atividade mais adequada do ponto de vista da Saúde e Segurança do Trabalho.

Ao longo da reportagem você vai conhecer detalhadamente os riscos do trabalho neste se­tor e como algumas companhias de água e esgoto já vêm investindo em ações em benefício de seus trabalhadores.

A matéria completa está na revista proteção edição de outubro.

Fonte: Revista Proteção: Notícias
Data: 03/10/2012

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